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Mostrando postagens de Julho, 2018

Amostragem de Solo - Metodologias

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Vários amigos leram o meu artigo anterior, sobre o papel da Amostragem de Solo na Investigação de Áreas Contaminadas, e pediram para eu desenvolver um pouco mais os detalhes de qual modalidade de amostragem de solo deve ser utilizada para cada situação.

Quem leu o artigo anterior e outros textos meus já deve ter se convencido que a amostragem de solo é a etapa fundamental da investigação de áreas contaminadas, que ela deve ser feita inclusive na zona saturada, que ela é obrigatória para instalação de poços de monitoramento e que ela deve ser feita preferencialmente por Direct Push com liner.

Vou tentar aqui desenvolver o porquê disso e qual modalidade de Direct Push se adequa melhor a cada ocasião.

Inicialmente, olhando para uma situação mais simples, que é a amostragem do solo superficial, até 1,0 m de profundidade, pode-se dizer que praticamente toda metodologia e ferramenta consegue coletar amostras representativas, variando um pouco apenas de acordo com o objetivo e com a substânc…

Amostragem de Solo - Posso Viver Sem?

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Esse texto foi publicado originalmente no Linkedin, por Marcos Tanaka Riyis. Acesse o texto original aqui

Sempre brinco com meus amigos do mundo das áreas contaminadas que tenho um "mantra", que é "Amostrai o solo". Tentarei, nesse breve artigo, explicitar algumas razões para a existência desse mantra e para a minha insistência com esse tema, que trata da amostragem de solo para investigação de áreas contaminadas.



Vou logo dar a resposta para a pergunta-título: Não, de modo algum você pode realizar uma investigação sem amostrar o solo. Vou enumerar as razões:

- A DD-038 (só pra ficar em um exemplo) estabelece que devem ser investigados todos os meios, ou seja, solo, água subterrânea e ar do solo, portanto, ela obriga o Responsável Técnico a realizar uma amostragem de solo

- Se você, por qualquer motivo, estiver investigando somente a água subterrânea instalando poços de monitoramento, mesmo assim você é obrigado, pela NBR 15.495-1, a ter um modelo conceitual prévio…