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ECD no Curso de Investigação da AESAS/SENAC

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No último mês de abril, entre os dias 8 e 10, a AESAS e o Centro Universitário SENAC promoveram um curso de Planejamento e Execução de Investigação de Áreas Contaminadas, em mais um evento dessa parceria que tem proporcionado ao mercado de Áreas Contaminadas uma série de Encontros Técnicos de altíssimo nível.

A ECD, mais uma vez, participou, tendo seu Diretor Técnico Marcos Tanaka Riyis como um dos docentes do curso, ao lado de Rodrigo Cesar de Araujo Cunha, da CETESB e Coordenador dos Cursos de Pós-Graduação em Gerenciamento e Remediação de Áreas Contaminadas do SENAC, e Martim Afonso de Souza, da ERM e docente do SENAC.
O curso, focado nas etapas de investigação, tratou do que a DD-038 pretende com as etapas de investigação; de como elaborar e entregar um modelo conceitual adequado; das principais técnicas de investigação existentes e quando/como utilizá-las; da investigação de alta resolução; e o ponto alto no final, com um amplo debate sobre a elaboração de um plano de investigaçã…

Investigação - Abordagem ECD

Texto publicado recentemente aqui na ECD e no Linkedin, agora revisado.
Fala mais ou menos o que pensamos em linhas gerais de uma investigação.
Boa leitura

A Investigação de Áreas Contaminadas é a etapa crucial para uma adequada recuperação dessa área. A ECD, através de seus permanentes estudos, pesquisas e publicações, recomenda o seguinte protocolo para uma adequada investigação:

1. Identificação da Fonte: é essencial localizar a posição exata da fonte primária, ou seja onde efetivamente ocorreu o evento que causou a contaminação. Essa identificação pode ser feita por meio de uma Avaliação Preliminar, atividade prevista da Decisão de Diretoria 038 (DD-038) da CETESB e  que é feita pelos Responsáveis Técnicos (Consultorias); ou por meio de uma varredura (screening). Mais à frente, serão descritos alguns métodos de varredura que a ECD disponibiliza.

2. Identificação e Delimitação Das Unidades Hidroestratigráficas: é preciso que se tenha uma ideia inicial de onde (em que profundidade) …

Feliz 2019

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Como fazemos todos os anos (veja a última aqui), nessa postagem vamos trazer uma breve retrospectiva do que aconteceu conosco no ano de 2018.

Inicialmente, é interessante dizer que o mercado de áreas contaminadas teve um aquecimento importante no ano de 2018, com a maior exigência técnica decorrente da DD-038, entre outros fatores. No entanto, esse aquecimento não se refletiu em volume de negócios na ECD, que trabalhou menos dias e "furou menos metros" que os anos anteriores. Mas isso faz parte da estratégia traçada há alguns anos, de sair da batalha de preços no mercado, que considera sondagem, instalação de poços de monitoramento e amostragem de solo uma commodity, ou algo de prateleira para ter seu preço "cotado", normalmente em "metros de sondagem".

Ao sair da "commoditização" da sondagem, conseguimos importantes vitórias ao trabalhar em projetos onde a ECD pôde contribuir com o planejamento, coleta e interpretação dos dados e, com isso, par…