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Mostrando postagens de 2019

Conferência AESAS - Parte 2: O Vapor

Como mencionamos no último artigo, a essa altura, todo o mercado já sabe que houve, no início de julho, a I Conferência AESAS de Gerenciamento de Áreas Contaminadas, e que ela foi um tremendo sucesso.

(OBS: Leia nosso texto sobre a Conferência aqui)

Na minha visão particular, além do que já escrevemos, esqueci de mencionar que é, além de tudo, uma ótima oportunidade para rever muitos amigos!!! Amigos antigos e novos, amigos-alunos, alunos-amigos, amigos-professores, amigos-clientes e por aí vai. Infelizmente não consegui conversar com todos, mas haverá novas oportunidades, com certeza.
Outro ponto de destaque para mim, e que me trouxe muita alegria, foi ver muitos alunos e ex-alunos apresentando trabalhos de primeiríssimo nível. Apresentações orais muito bem sustentadas, posteres muito bem elaborados, enfim, a nova geração mostrando a que veio, e certamente vão dominar rapidamente o nosso mercado. Espero que deixem ainda algum espaço para os "velhotes"...

Assisti com bastante…

Conferência AESAS - Parte I

A essa altura, todo o mercado de áreas contaminadas sabe que aconteceu, entre 02 e 04 de julho de 2019, no Centro Universitário SENAC, a I Conferência AESAS de Gerenciamento de Áreas Contaminadas.
A ECD esteve presente nos três dias de Conferência.
Foi realmente um evento excelente, muito bem organizado pela Soldí , idealizado e promovido pela AESAS  em mais uma ação da parceria dessa entidade com os Cursos de Pós-Graduação em Remediação e Gerenciamento de Áreas Contaminadas do Centro Universitário SENAC, dos quais a ECD tem a honra de ser uma das colaboradoras e de ter em seu corpo docente o Diretor Técnico Marcos Tanaka Riyis.
Há, certamente, muitas coisas a comentar sobre esse evento, mas nesse texto, falaremos sobre o contexto mais "global" da Conferência.
Foi um grande marco para o mercado de Gerenciamento de Áreas Contaminadas (GAC), pois deu a sensação em todos os presentes que evoluímos muito tecnicamente nos últimos anos, que o mercado é mais forte e pujante do que …

ECD no Curso de Investigação da AESAS/SENAC

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No último mês de abril, entre os dias 8 e 10, a AESAS e o Centro Universitário SENAC promoveram um curso de Planejamento e Execução de Investigação de Áreas Contaminadas, em mais um evento dessa parceria que tem proporcionado ao mercado de Áreas Contaminadas uma série de Encontros Técnicos de altíssimo nível.

A ECD, mais uma vez, participou, tendo seu Diretor Técnico Marcos Tanaka Riyis como um dos docentes do curso, ao lado de Rodrigo Cesar de Araujo Cunha, da CETESB e Coordenador dos Cursos de Pós-Graduação em Gerenciamento e Remediação de Áreas Contaminadas do SENAC, e Martim Afonso de Souza, da ERM e docente do SENAC.
O curso, focado nas etapas de investigação, tratou do que a DD-038 pretende com as etapas de investigação; de como elaborar e entregar um modelo conceitual adequado; das principais técnicas de investigação existentes e quando/como utilizá-las; da investigação de alta resolução; e o ponto alto no final, com um amplo debate sobre a elaboração de um plano de investigaçã…

Investigação - Abordagem ECD

Texto publicado recentemente aqui na ECD e no Linkedin, agora revisado.
Fala mais ou menos o que pensamos em linhas gerais de uma investigação.
Boa leitura

A Investigação de Áreas Contaminadas é a etapa crucial para uma adequada recuperação dessa área. A ECD, através de seus permanentes estudos, pesquisas e publicações, recomenda o seguinte protocolo para uma adequada investigação:

1. Identificação da Fonte: é essencial localizar a posição exata da fonte primária, ou seja onde efetivamente ocorreu o evento que causou a contaminação. Essa identificação pode ser feita por meio de uma Avaliação Preliminar, atividade prevista da Decisão de Diretoria 038 (DD-038) da CETESB e  que é feita pelos Responsáveis Técnicos (Consultorias); ou por meio de uma varredura (screening). Mais à frente, serão descritos alguns métodos de varredura que a ECD disponibiliza.

2. Identificação e Delimitação Das Unidades Hidroestratigráficas: é preciso que se tenha uma ideia inicial de onde (em que profundidade) …

Feliz 2019

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Como fazemos todos os anos (veja a última aqui), nessa postagem vamos trazer uma breve retrospectiva do que aconteceu conosco no ano de 2018.

Inicialmente, é interessante dizer que o mercado de áreas contaminadas teve um aquecimento importante no ano de 2018, com a maior exigência técnica decorrente da DD-038, entre outros fatores. No entanto, esse aquecimento não se refletiu em volume de negócios na ECD, que trabalhou menos dias e "furou menos metros" que os anos anteriores. Mas isso faz parte da estratégia traçada há alguns anos, de sair da batalha de preços no mercado, que considera sondagem, instalação de poços de monitoramento e amostragem de solo uma commodity, ou algo de prateleira para ter seu preço "cotado", normalmente em "metros de sondagem".

Ao sair da "commoditização" da sondagem, conseguimos importantes vitórias ao trabalhar em projetos onde a ECD pôde contribuir com o planejamento, coleta e interpretação dos dados e, com isso, par…