Newsletter ECD #041 - Publicada em 21/03/2021

 Newsletter publicada originalmente em 21/03/2021. Para receber a Newsletter gratuitamente, no dia correto, na sua caixa de e-mail, assine-a no link abaixo


Olá a todas e todos

 

Muito obrigado por se inscreverem, lerem e acompanharem a nossa newsletter semanal. Essa é a Newsletter #041

 

Se quiserem passar para os amigos, o link para preenchimento do formulário de inscrição é: https://forms.gle/bQLz561Y2kqUfnhdA. As Newsletters anteriores estão no site da ECD (www.ecdambiental.com.br).

 

Essa semana tivemos 4 novos inscritos aqui. Somos em 276 agora!!!!! Sejam bem-vindos: Claudio, Rafael, Fernanda e Caio!!!!

 

Como vocês já sabem, temos uma campanha no “Apoia.Se” para mantermos os nossos canais de divulgação científica gratuitos sobre Gerenciamento de Áreas Contaminadas (GAC), ciências, meio ambiente, economia e a vida em geral, com dicas, novidades, comentários, e muito mais, semanalmente nessa Newsletter e no Podcast e também no Facebook, Instagram, Telegram e Youtube. A campanha, para quem quiser contribuir está no site http://apoia.se/ecdambiental

 

Agradeço demais aos agora 33 apoiadores atuais, principais responsáveis pela manutenção dos nossos canais de divulgação, sem a ajuda deles, talvez não fosse possível dedicar todo esse tempo ao podcast e à essa Newsletter. Muito obrigado a vocês!!!

 

Ábila de Moraes, Allan Umberto, Atila Pessoa, Bruno Bezerra, Calvin Iost, Cristina Maluf, Denise Oliveira, Diego Silva, Fabiano Rodrigues, Felipe Nareta, Filipe Ferreira, Heraldo Giacheti, João Paulo Dantas, Juliana Mantovani, Larissa Galdeano, Larissa Macedo, Leandro Freitas, Leandro Oliveira, Lilian Puerta, Luana Fernandes, Luciana Vaz, Marina Melo, Roberto Costa, Rodrigo Alves, Sergio Rocha, Tamara Quinteiro, Tatiana Sitolini, Wagner Rodrigo, Willem Takiya, e mais 4 apoiadores anônimos.

 

O 11º episódio da 2ª temporada do Podcast Áreas Contaminadas (#047) foi ao ar na última quinta (18/03). Nele eu falo com Nilton Jorge Miyashiro. Nilton é Geólogo, formado na década de 80 na UNESP Rio Claro e desde lá atua na mesma empresa, a Engesolos, muito conhecida no mercado de GAC pela excelência de suas atividades de coleta de dados em campo, como amostragens de solo, sondagens, instalação de poços, e outros. Ele também é professor dos cursos do SENAC e de muitos outros cursos e, como é meu amigo há muito tempo, pudemos ter uma conversa muito franca e divertida, sobre alguns temas que não discutimos na nossa Live no Youtube, que fizemos o ano passado.

Ele fala da sua história antes da Geologia, dentro da Geologia, no estágio e nas diversas fases vividas pela Engesolos. Fala sobre uma importante mudança da sede da empresa depois de mais de 40 anos e muitas outras coisas que nos ajudam a entender o porquê da solidez e da excelência dos trabalhos deles.

Fala também de muitos assuntos técnicos, como poços double casing, definição de zonas alvo de poços de monitoramento, investigação no fraturado, problemas na sondagem rotopneumática, injeção de produtos, amostras indeformadas, portinhola no fundo dos trados, aquisição de equipamentos, relação com clientes, e outras coisas.

Ele, por ser um grande otimista, fala bastante de planos para o futuro, indicando que ele ainda vai nos brindar por muito tempo com seu conhecimento e, vocês vão ver, bom humor peculiar.

Em resumo, foi uma conversa divertida, com muitas risadas, que fala sobre o passado Pré-Cambriano, o presente Cenozóico, e sobre o futuro Antropoceno.

Perfil do Nilton: https://www.linkedin.com/in/nilton-jorge-miyashiro-b4804632/

Live Anterior: https://www.youtube.com/watch?v=sQkwZKgrJGM&t=2042s

Vídeo sobre Portinhola: https://www.youtube.com/watch?v=DXvZ1teicZQ

Vídeo sobre Double Casing Errado: https://www.youtube.com/watch?v=Td9x4FyrZUc

Episódio no Youtube: https://youtu.be/4f8psUy8SmY

Episódio no Spotify: https://open.spotify.com/episode/4Z8QfQtR1kZ7toGHv1kQkO?si=fQqE_Rr2SD-TCsAbrOu3Kg

 

Essa próxima semana, meu entrevistado será Michel Tognoli, da Vapor Solutions, com muitas histórias sobre o mercado de laboratórios no Brasil. Não percam!!!

 

Como vocês sabem, estou participando do curso promovido pelo SENAC/AESAS para os técnicos de órgãos ambientais de todo o país. É uma iniciativa realmente muito importante para o desenvolvimento desse tema no Brasil, afinal, os técnicos dos órgãos ambientais são os “olhos e ouvidos” da sociedade que vão dar um contraponto à busca incessante dos empreendedores pelo lucro (razão de existência das empresas) com subprodutos (impactos ambientais e outras externalidades). O órgão ambiental tenta fazer um anteparo, reduzindo esses “subprodutos” sem inviabilizar os empreendedores.

Algo que tenho notado nessa turma atual, de 500 inscritos e por volta de 350 alunos ativos, é que muitos são de órgãos municipais, o que direciona muitas perguntas para dois grandes temas, que são certamente preocupações ambientais de quase todos os municípios brasileiros: lixões e cemitérios. Curiosamente não é a nossa área de atuação direta dentro do GAC, mas as aulas acabam muitas vezes direcionadas para esses assuntos.

Recentemente, um aluno fez uma colocação junto com uma pergunta que me deixou intrigado: “...nesses tempos atuais, com demanda maior por cemitérios...”. às vezes as notícias vão se acumulando e não nos damos conta da gravidade da situação. O atual estado da pandemia no Brasil é gravíssimo (até aí todo mundo sabe), com falta de profissionais, leitos e insumos de saúde, mas podemos não nos dar conta que isso impacta o setor funerário. Vejam essa notícia:

https://g1.globo.com/google/amp/sp/bauru-marilia/noticia/2021/03/19/associacao-de-fabricantes-de-caixoes-se-diz-assustada-com-demanda-recorde-e-cita-risco-de-faltar-materia-prima.ghtml?__twitter_impression=true

Ou seja, a indústria de caixões está preocupada com a falta de insumos: isso significa mais consumo de madeira, de metais, mais produção (tudo isso gera mais impacto ambiental), obviamente mais mortes. Se há mais mortes, há mais demanda por cemitérios, como pode ser visto aqui: https://www.bemparana.com.br/noticia/no-pico-da-pandemia-demanda-sobre-o-setor-funerario-dobra-na-rmc#.YFcgO51KhPY

Dessa forma, haverá uma demanda crescente por licenciamentos de novos cemitérios e também de investigações para avaliar possíveis contaminações dessa atividade. Para quem não se incomoda com a situação do site, pode ser um ponto de alerta de demanda dentro do GAC.

 

Dentro do tema investigação, algumas pessoas têm me perguntado se poços pré-montados são adequados para os nossos trabalhos, ou se podem ser utilizados.

Primeiro, o que são poços pré-montados? São poços de monitoramento, com seção filtrante e tubo de revestimento, em que o pré-filtro e o selo já estão colocados em volta, respectivamente, do tubo-filtro e do tubo-revestimento e tipicamente têm seção filtrante curta e customizada, dentro da ideia de investigação de se fazer um modelo conceitual muito robusto, com amostragens de solo (e outras), que tenham definido as unidades hidroestratigráficas mais relevantes para o fluxo e transporte. Ou seja, é essencial que seja previamente definida exatamente onde a seção filtrante deverá se posicionar.

Ele precisa ser instalado por cravação (Direct Push), não tem como ser instalado com Hollow, por exemplo, porque a relação entre diâmetro interno da ferramenta que reveste o furo e o diâmetro externo da parede do furo tem que ser muito próxima de 1,0. Se não for, o pré-filtro que está previamente montado terá um espaço muito grande até a parede do furo e, mais importante, o selo previamente montado não conseguirá se expandir para vedar a parede do furo se esse diâmetro externo for muito grande. Em resumo, é necessário que a instalação desses poços pré-montados seja feita por Direct Push. Nas hastes convencionais de Dual Tube/Piston Sampler, o diâmetro dos revestimentos fica entre 2.25’’ e 2.75’’, que permitem a instalação somente de poços pré-montados de 0.75’’ (uma vez que o poço tem a parede do tubo, pré-filtro e selo). Algumas ferramentas Direct Push têm hastes externas de 3.25’’-3.50’’, que permitem a instalação de poços pré-montados de 1’’.

A instalação deve ser feita com bastante cuidado, não na perfuração, que é relativamente simples, mas no processo de retirada das hastes de revestimento e manutenção do poço na posição, etapa crítica de toda a instalação. Aí, é fundamental garantir que a vedação fique bem-feita, com calda suficiente para isolar a zona-alvo das outras unidades hidroestratigráficas, mas sem que essa calda “invada” a seção filtrante. Esse é outro ponto de atenção na instalação dos pré-montados.

Após instalado, virão as atividades de monitoramento/amostragem. Os dados coletados desse poço, desde que tenha sido bem projetado e instalado, são muito representativos da unidade hidroestratigráfica representada pela zona-alvo, o que é uma enorme vantagem na investigação. No entanto, nossos equipamentos são pensados para poços de 2’’, e fazer isso em um poço de 0,75’’ é algo complexo. A começar do medidor de NA. Não são todos que entram nos poços e, ainda assim, é preciso tomar cuidado redobrado para “não enroscar” os que entram. Não há bomba de bexiga que caiba nesses poços, então é preciso usar uma válvula inercial, mini bailer ou bomba peristáltica, todos funcionam muito bem, obviamente com a ressalva que a peristáltica precisa que o NA seja mais raso que 8,0 m.

Aos que me perguntarem “mas e a baixa vazão?”: o foco aqui é diagnosticar uma área e coletar dados em escala de detalhe de uma única unidade hidroestratigráfica que tipicamente tem dezenas de centímetros, ao passo que toda a norma 15847, mais as acreditações de amostragem são pensadas para coletar “amostras representativas do aquífero” em poços de monitoramento de 2’’, então, na minha opinião, não se aplicam aqui. De qualquer modo, é possível fazer amostragem de baixa vazão nesses poços, embora não seja o objetivo, basta usar uma bomba peristáltica. Para os que não gostam desse equipamento por conta da pressão negativa, pode-se utilizar um “trapeador” de voláteis. O correto posicionamento da seção filtrante, bem como o ajuste ótimo do pré-filtro permitem que haja pouca turbidez nesses poços pré-montados.

Em resumo, os poços pré-montados são excelentes alternativas para a investigação da fase dissolvida em escala de detalhe, em uma unidade hidroestratigráfica. Além da grande precisão de instalação, quando comparado com poços convencionais, eles têm também a vantagem de exigir menos material, gerar menos resíduos e serem muito mais rápidos de instalar. Como limitações, é relativamente mais difícil atingir grandes profundidades somente com Direct Push do que com Hollow, ainda mais se o Direct Push for de grande diâmetro. Além disso, o pequeno diâmetro dos poços pré-montados pode dificultar os trabalhos posteriores.

Nos EUA, a discussão sobre a utilidade dos pré-montados é coisa do passado. Muito material foi produzido já sobre isso. Nesse artigo, há uma comparação entre poços convencionais e pré-montados. https://geoprobe.com/sites/default/files/pdfs/mon_well_field_comp_kdhe_wes_0_0.pdf

Aqui a norma ASTM: https://www.astm.org/Standards/D6725.htm

Aqui, um vídeo que fiz, explicando o uso desses poços aqui no Brasil: https://www.youtube.com/watch?v=j6HK-xqK4lA

Uma explicação detalhada, com fotos e um dos fabricantes desses poços nos EUA: https://geoprobe.com/tooling/prepacked-screen-monitoring-wells

Folder com muitas especificações técnicas: https://geoprobe.com/sites/default/files/storage/pdfs/prepacks_4.5_in._rods_sop_1-11_0_0.pdf

Vídeo da Geoprobe, já antigo, com Wes McCall explicando o funcionamento: https://www.youtube.com/watch?v=DD-hvEnB-9Q

Trabalho recente interessante, sobre o uso dos pré-montados para o monitoramento de PFAS: https://geoprobe.com/sites/default/files/pdfs/Prepack%20PFAS%20Tech%20Bul%202020DI04.pdf

 

Vejo algumas possibilidades de se realizar uma investigação adequada da água subterrânea, fazendo uma instrumentação que realmente forneça informações representativas da unidade hidroestratigráfica de interesse. Uma delas é o poço pré-montado, descrito aqui.

Além dele, podemos utilizar um Waterloo APS, por exemplo, que não está ainda disponível no Brasil, ou o HPT-GWS, esse já disponível aqui. Ambos, basicamente, funcionam injetando água deionizada e medindo a pressão dessa injeção. e invertendo o fluxo para fazer a amostragem. Será, certamente, tema de uma Newsletter em breve.

Outra possibilidade muito boa é o tema que trarei na semana que vem, o Screen Point Groundwater Sampling. Muita gente no mercado tem chamado de Grab Sampling, mas esse é um tema muito mais abrangente que o Screen Point. Como sempre, há muitos tipos de ferramentas e muitas “pegadinhas” em seu uso. Mas falaremos melhor sobre esse tema na semana que vem. Enquanto isso, leiam esse artigo da EPA sobre o Screen Point, é muito legal e dá pra entender bem o seu funcionamento: https://clu-in.org/download/char/540r04005.pdf

 

Vamos agora às notícias da semana:

 

- Recebi mais vagas de emprego: Planterra (Estágio), Antea (Analista Sênior), Merieux/Piracicaba (Analista de laboratório), EBP (Estágio), EBP (Analista), ERM (Vagas diferentes, para vários níveis), Tetra Tech (Analista), Falcão Bauer (Analista, dica de Victor Sanches). Soube de outras vagas em muitas outras consultorias, se você é um profissional da área, recomendo que entre no site da AESAS e entre em contato diretamente com as empresas associadas (www.aesas.com.br). As vagas que recebo ou vejo compartilho imediatamente no nosso Canal do Telegram (https://t.me/areascontaminadas)

 

- Estão abertas as inscrições para mais um excelente curso da parceria SENAC/AESAS: Reutilização de Áreas Contaminadas, com 24 horas de aulas online e ao vivo. Está sendo um curso muito procurado. Quem tiver interesse, informações e inscrições no link: https://www.aesas.com.br/eventos

 

- O próximo curso (final de abril), será de Geologia e Hidrogeologia aplicados ao GAC;

 

- Por outro lado, nos EUA, Battelle cancela sua tradicional conferência. A do ano passado (Solventes Clorados) foi adiada para esse ano e seria junto com a de Biorremediação. Agora foi cancelada, teremos somente ano que vem, a tradicional Chlorcon nos anos pares. Dá tempo de guardar dinheiro (é ironia, pessoal): https://www.battelle.org/newsroom/conferences/chlorinated-conference

 

- Infelizmente, mais uma notícia absurda sobre o Meio Ambiente no Brasil. O balanço de multas ambientais está artificialmente inflado por multas equivocadas. Lendo a reportagem, é possível verificar outros absurdos um pouco menores, de multas não pagas e recorridas por muitos anos. https://noticias.uol.com.br/colunas/rubens-valente/2021/03/14/multas-ambientais-governo-bolsonaro-supremo-tribunal.htm

 

- Excelente dica do nosso leitor Luiz Ferreira: Absurda contaminação enorme por chumbo e cádmio em Santo Amaro-BA. Pessoas estão gravemente expostas aos danos causados pelo chumbo em decorrência de exposição ocupacional em uma fábrica de lingotes de chumbo, fechada em 1993. Até hoje, a cidade é considerada “altamente contaminada” em seu perímetro urbano. Impressionante: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/anos-de-chumbo-contaminados-contam-como-vivem-hoje-em-santo-amaro/

 

- O Sr Steve Kalule, da África do Sul, escreve em seu Linkedin um texto interessante: ele fala que as unidades hidroestratigráficas não são como camadas de bolo, uniformes. Ele diz que o entendimento das heterogeneidades é fundamental para a elaboração de um modelo conceitual para remediação. Ele sugere o uso de tecnologias de aquisição de dados em tempo real, em conjunto com amostragens de solo de alta qualidade. Vamos seguir as recomendações do Sr Kalule!!! https://www.linkedin.com/posts/stevekitumba-kalule_hrsc-remediation-activity-6777126952819019777-eX_Y/

 

- Notícia importante, que complementa um tema que venho trazendo nas últimas newsletters: mineradora russa, produtora de níquel e paládio, causa um vazamento e é multada em 2 Bilhões de dólares por conta de vazamento de 21000 toneladas de diesel e contaminação do Ártico. Se a moda pega... https://www.republicworld.com/world-news/rest-of-the-world-news/russian-mining-firm-norilsk-nickel-pays-2-dollars-billion-in-penalty-over-arctic-fuel-spill.html

 

- Bela dica de Lucas Venciguerra: um vídeo muito legal e ilustrativo sobre os PFAS: https://www.youtube.com/watch?v=lVcOxZZGrBc&t=1s

 

- Bela dica do Filipe Ferreira: programa da Damasco Penna prevê o plantio de mudas proporcional aos ensaios e/ou sondagens que eles realizam. Bela iniciativa. https://damascopenna.com.br/uma-arvore/

 

- Tamara Dias recomenda uma postagem muito interessante que fala de ensaios para determinação da viscosidade. Particularmente importante na caracterização de produtos, em especial os LNAPL: https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:6767496371818778624/?updateEntityUrn=urn%3Ali%3Afs_feedUpdate%3A%28V2%2Curn%3Ali%3Aactivity%3A6767496371818778624%29

 

- Agora uma dica da dupla: Tamara Dias e Filipe Ferreira. Vale para muita coisa, mas a postagem trata do uso de realidade aumentada no ensino de química. Realmente é algo fantástico. Na nossa área do GAC, tenho percebido que nos falta um pouco mais de base de química. Mas aulas de química “comuns”, não as específicas da nossa área, parecem sempre um pouco desconectadas do nosso dia a dia, ou não aplicáveis, ou ainda muito difíceis. Talvez a gente precise de mais aulas aplicadas, ou talvez mais aulas como essa, que Tamara e Filipe recomendam. https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:6562138588715245568/

 

- Uma entrevista muito legal da Natividade Nunes para a série “Mulheres na Engenharia” do Canal TV Engenharia de Verdade. Bem bacana, vale a pena assistir: https://www.youtube.com/watch?v=J5EdUo-zEqI

 

- Início da colonização da lua? Pesquisa indica a possibilidade de criação de badejo e corvina na lua (!!!), embora possivelmente a criação de outras espécies aquáticas seja mais lucrativa em termos energéticos. Loucura? Importação de impactos ambientais? Externalidade espacial? https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2021/03/16/cientistas-querem-criar-peixes-na-lua-para-alimentar-astronautas.htm

 

- Mais imagens geológicas muito bacanas na Geology Science, no Linkedin. Além da beleza da imagem, tentem imaginar essas deposições ao longo do tempo geológico e, mais que isso, como investigar uma área com essas configurações: https://www.linkedin.com/posts/geology-science_geology-science-geologyscience-activity-6777590395145609219--vXZ/

 

- Falando um pouco da situação da Covid, uma notícia que tem muito de econômica também e com reflexos certamente na nossa área do GAC. Volkswagen suspende suas operações enquanto durar a fase emergencial em São Paulo. Pode ser o início de uma conscientização maior, ou pode ser o início de um efeito dominó com difícil previsão: https://g1.globo.com/economia/noticia/2021/03/19/vw-anuncia-suspensao-da-producao-em-todo-o-brasil-em-razao-de-agravamento-da-pandemia.ghtml?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=g1

 

- Notícia realmente muito triste em muitos sentidos: A pesquisadora e professora Larissa Bombardi, da FFLCH-USP, autora de diversas pesquisas a respeito da ação dos agrotóxicos no Brasil, após ter sido repetidas vezes ameaçada de morte, bem como sua família (tem 2 filhos) decide deixar o Brasil.

Reportagem sobre as ameaças: https://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2021/03/apos-intimidacoes-por-luta-contra-agrotoxicos-colunista-da-radio-brasil-atual-decide-deixar-o-pais/

Material mais importante criado por ela, “Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Europeia”, de 2017, já citado aqui na Newsletter: https://conexaoagua.mpf.mp.br/arquivos/agrotoxicos/05-larissa-bombardi-atlas-agrotoxico-2017.pdf

Recomendação da FAO/ONU a respeito do trabalho dela: http://www.fao.org/family-farming/detail/en/c/1074398/  

 

- Vinícius Figueiredo anuncia que o Leapfrog Works com extensão Contaminantes está disponível para testes. Quem tem interesse em conhecer e/ou usar a ferramenta, veja a postagem: https://www.linkedin.com/posts/vinicius-dias-de-figueiredo-07a08a130_geologicaldata-geologia-meioambiente-activity-6778283842672365568-DgFP/

 

- EBP Brasil lança seu canal no Youtube com alguns webinars interessantes. Vale a pena conferir o canal deles: https://www.youtube.com/channel/UC1rgwLrX88O8yZ8F2aKq3EQ?app=desktop

 

Amigas e amigos, muito obrigado pela leitura. No Canal do Youtube (youtube.com/c/ecdtraining) estamos com 633 inscritos! No Telegram (https://t.me/areascontaminadas ) temos 274 inscritos e no Instagram já são 514 seguidoras e seguidores (@ecdambiental). Espero que estejamos conseguindo ajudar bastante gente!!!!

 

Por hoje é isso. Aguardo os comentários, sugestões e críticas. Mais uma vez peço que acessem o https://apoia.se/ecdambiental para vocês conhecerem melhor a nossa campanha e, se puderem, contribuírem conosco. Se tiverem dúvida, estou à disposição.

  

Se alguém não quiser mais receber as minhas mensagens, é só responder esse e-mail com o texto REMOVER

  

Marcos Tanaka Riyis

ECD Ambiental

https://linktr.ee/ecdtraining





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