Newsletter #031 - Publicada dia 10/01/2020

 Newsletter publicada e enviada no dia 10/01/2020. Para receber nossa Newsletter no dia, gratuitamente, direto na sua caixa de e-mail, inscreva-se


Olá a todas e todos

 

Muito obrigado por se inscreverem, lerem e acompanharem a nossa newsletter semanal. Essa é a #031

 

Se quiserem passar para os amigos, o link para preenchimento do formulário de inscrição é: https://forms.gle/bQLz561Y2kqUfnhdA. As Newsletters anteriores estão no site da ECD (www.ecdambiental.com.br).

 

Essa semana tivemos mais dois inscritos, sejam bem-vindos, Gabriela e Henrique!!!!

 

Como vocês já sabem, temos uma campanha no Apoia.Se para mantermos os nossos canais de divulgação científica gratuitos sobre Gerenciamento de Áreas Contaminadas (GAC), ciências, meio ambiente e a vida em geral, com dicas, novidades, comentários, e muito mais, semanalmente nessa Newsletter e no Podcast e também no Facebook, Instagram, Telegram e Youtube. A campanha, para quem quiser contribuir está no site http://apoia.se/ecdambiental

 

Essa semana conseguimos mais uma apoiadora, a Denise Oliveira. Agradeço demais aos 27 apoiadores: Allan Umberto, Atila Pessoa, Calvin Iost, Cristina Maluf, Denise Oliveira, Diego Silva, Fabiano Rodrigues, Felipe Nareta, Filipe Ferreira, Heraldo Giacheti, João Paulo Dantas, Larissa Galdeano, Larissa Macedo, Leandro Freitas, Leandro Oliveira, Lilian Puerta, Luana Fernandes, Luciana Vaz, Roberto Costa, Rodrigo Alves, Sergio Rocha, Tatiana Sitolini, Wagner Rodrigo, Willem Takiya, e mais 3 apoiadores anônimos. Muito obrigado a vocês, que são os principais responsáveis pela manutenção dos nossos canais de divulgação.

 

 

O primeiro episódio da 2ª temporada do Podcast Áreas Contaminadas foi ao ar na última quinta, e nele eu fiz uma entrevista muito bacana e um pouco diferente. Meus convidados foram Victor Hugo e Wagner Rodrigo. Os dois são sócios da Elementus, mas também são Engenheiros Ambientais e irmãos gêmeos, algo bem raro no nosso mercado. Vocês vão ouvir histórias muito interessantes desses dois. Achei muito interessante saber que eles começaram a empresa sozinhos aos 27 anos e hoje, 5 anos depois, tem 4 sedes. Falamos também de carreira, da trajetória deles, pais e filhos, e outras coisas legais. Conheçam um pouco mais deles no Linkedin:

https://www.linkedin.com/in/wagner-rodrigo-barbosa-de-carvalho-6a017933/

https://www.linkedin.com/in/victorambiental/

 

 

Os episódios podem ser ouvidos nos links abaixo:

Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=m2lBrjAxe_Y

Spotify: https://open.spotify.com/episode/7hT7IIAEGGx8QRrerMtxiD?si=iy4INB8rTxGLkPteGAxU9Q


Semana que vem, o episódio será uma entrevista muito legal que fiz com Guilherme Dainese Varela, Engenheiro Ambiental da Finkler e grande especialista em técnicas de investigação de alta resolução. Conheçam um pouco dele no Linkedin: https://www.linkedin.com/in/guilherme-dainese-varela-0281097a/

No episódio seguinte, do dia 21/01, responderei a algumas perguntas dos ouvintes. Se você tiver alguma pergunta, pode me mandar por qualquer canal, incluindo esse e-mail. Ficarei feliz em tentar responder!!!!!
 

 

Hoje eu gostaria de falar um pouco sobre esse artigo da Geoprobe, o mais famoso e importante que fala dos excelente resultados do uso do OIP para investigação de áreas contaminadas por LNAPL (acesso aberto gratuito): https://link.springer.com/article/10.1007/s12665-018-7442-2

 

A referência completa para citação é essa:

McCall, W., Christy, T.M., Pipp, D.A. et al. Evaluation and application of the optical image profiler (OIP) a direct push probe for photo-logging UV-induced fluorescence of petroleum hydrocarbons. Environ Earth Sci 77, 374 (2018). https://doi.org/10.1007/s12665-018-7442-2

 

Wes McCall é uma das mentes brilhantes da Geoprobe e um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento das ferramentas, desde as de amostragem de solo, até as máquinas e finalmente, os equipamentos de Direct Image, ou seja, aqueles destinados a fazer investigação de alta resolução com avaliação em tempo real, como MIP, HPT, OIP. Além disso, é um geólogo muito bom e um palestrante ímpar, carismático e atencioso ao mesmo tempo. Ele roda o mundo nas feiras, congressos e exposições divulgando os produtos da Geoprobe que ele ajudou a desenvolver. E ainda é o principal autor dos artigos científicos que validam os métodos e as tecnologias da Geoprobe. Esse artigo é um dos exemplos, onde ele fala sobre o Optical Image Profiler (OIP), junto com seus colegas de empresa Dan Pipp (especialista nas ferramentas de Direct Image) e Tom Christy (Vice-Presidente da Geoprobe)

A maioria de vocês conhece ou ouviu falar do OIP. Para quem não conhece, recomendo, além da leitura do artigo do Wes, que ouçam o que o Atila Pessoa falou no Episódio #016 do Podcast Áreas Contaminadas, a 2ª parte da sua entrevista (https://www.youtube.com/watch?v=HLGremqTR6U&t=3943s) . É uma maravilhosa aula sobre todas as ferramentas de aquisição de dados em tempo real, entre elas, o OIP.


Em poucas palavras, o OIP detecta hidrocarbonetos na forma de NAPL (fase líquida imiscível) desde que tenham PAHs que emitam energia ao serem bombardeados com uma radiação UV dentro de um comprimento de onda específico. Ou seja, é uma ponteira, cravada em subsuperfície com o uso de uma sonda perfuratriz equipada com um martelete (rompedor) hidráulico e uma força de avanço (normalmente um pistão) e de hastes específicas. Na ponteira, há uma fonte de emissão de luz UV e uma câmera, que capta a imagem do solo bombardeado pela luz. Se houver hidrocarbonetos em forma de NAPL, a fluorescência dele gerada pelo UV será detectado pela câmera e reconhecido em superfície por softwares que reconhecem imagens.

Você poderia perguntar: por que preciso disso? Não é só instalar poços de monitoramento e ver se tem "fase livre" dentro? Não é esse o famoso LNAPL? Que fica boiando acima da água dentro do poço e no aquífero? Infelizmente, a  resposta é não.

Os poços de monitoramento só vão apresentar “fase livre” somente se o LNAPL e o meio físico estiverem em condições ótimas que possibilitem a migração desse LNAPL para dentro do poço. É muito frequente que o LNAPL esteja presente e não entre no poço. Pode ser na zona não-saturada, na franja capilar ou (pasmem) na zona saturada. Já discutimos sobre isso, mas os fenômenos de trapeamento e saturação do LNAPL que ocasionam essas dificuldades.
Para avaliar a presença do LNAPL, portanto, uma das ferramentas que podem ser utilizadas é o OIP. O conceito dela veio dos métodos LIF (fluorescência induzida por laser) da ferramenta UVOST, que não é mais vendido comercialmente. Eu, particularmente, defendo a utilização da amostragem de solo e avaliação dos liners com luz UV-A (e outras coisas), como está nesse artigo aqui: https://aguassubterraneas.abas.org/asubterraneas/article/view/29362 (livre acesso, em português).

Embora eu defenda o uso da amostragem de solo como metodologia de investigação de área contaminada por LNAPL, é inegável que tanto o UVOST quanto o OIP funcionam muito bem e dão resultados rápidos, uma vez que o sensor mostra ao operador em tempo real a presença ou ausência do LNAPL. As grandes vantagens da amostragem de solo são: relacionar inequivocamente o LNAPL com o meio físico, por meio das amostras coletadas; possibilidade de enviar amostras ao laboratório (para análises químicas quantitativas e análises físicas do solo); disponibilidade muito maior de equipamentos (ferramentas de amostragem de solo + lâmpada UV-A); eventualmente pode-se dizer que o custo ficaria menor, mas vai depender da qualidade das amostragens de solo e da quantidade de amostras para o laboratório.


Mas o artigo traz uma informação extremamente relevante no meu ponto de vista: Os autores, para validar a ferramenta OIP, fazem algumas comparações. Basicamente, comparam os resultados obtidos nos ensaios OIP com os resultados de amostragens de solo feitas próximas a esses ensaios. Em um dos casos, as amostras de solo foram avaliadas com PID nos furos dos liners (semelhante ao preconizado na norma NBR 16.434) e com análise visual da presença de LNAPL. O artigo plota os resultados dos ensaios e os resultados das leituras de PID nas amostras de solo e chega a conclusão que são muito semelhantes, portanto, de acordo com os autores, o OIP funciona. Olhando de forma análoga, pode-se dizer que realizar amostragem de solo com avaliação utilizando PID em campo e análise visual funciona tão bem quanto o OIP!!!!


A vantagem do OIP, segundo os autores, é que não precisa da amostra. Pensando nas investigações no Brasil, se temos que ter as amostras de todo jeito, por que não aproveitar e fazer uma análise mais cuidadosa nos liners e já obter o resultado? O artigo fala em utilizar o PID, mas eu proponho, além do PID, o uso de uma lâmpada UV e uma câmara escura em campo. Na minha leitura, o artigo do Wes dá embasamento para o uso desse combo amostragem de solo/PID/luz UV ao colocar os resultados do OIP como equivalentes aos da amostragem de solo. Importante frisar que as amostras de solo devem ser obtidas também na zona saturada e com ferramentas adequadas!!!!!

Em outro caso estudado pelos autores, eles enviam amostras de solo para um laboratório e analisam para TPHE (hidrocarbonetos extraíveis totais de petróleo) e BTEX. Novamente eles obtêm uma boa correlação para o ensaio OIP e análises de TPHE. Isso mostra, para mim, que aumentar um item ao combo, ou seja, as análises de TPH nas amostras de solo, fazem com que a investigação de LNAPL utilizando amostragem de solo seja tão boa ou melhor que utilizando o OIP. Como um detalhe, os autores dizem que as análises químicas detectaram BTEX nas amostras de solo em pontos não observados pelo OIP. A explicação é que as frações mais leves não fluorescem na luz UV. Esses falsos negativos não ocorrem nas amostragens de solo avaliadas no PID, tampouco nas amostras enviadas ao laboratório.

Como comentários finais sobre o artigo, digo que o OIP é uma tremenda ferramenta, realmente muito útil e importante para a investigação de LNAPL, não há comparação com as investigações baseadas nos “poções”. Especialmente se utilizarmos o OiHPT, ou seja, o OIP combinado com o Hydraulic Profiling Tool (HPT), os resultados são ótimos, confiáveis e obtidos em tempo real. No entanto, podemos obter resultados equivalentes e até mais completos se utilizarmos o combo amostragem de solo de perfil completo, incluindo a zona saturada (ASPC) + avaliação com PID em campo + avaliação com luz UV em campo + análises químicas em laboratório. Pode ser mais lento, menos glamouroso, mais dependente dos profissionais e ferramentas de campo, mas nos dá as respostas necessárias para a elaboração do modelo conceitual adequado em uma área contaminada por LNAPL. E um ponto que eu acho muito relevante: é um combo amplamente disponível no Brasil, basta um olhar um pouco mais cuidadoso para as etapas que o compõem. Recomendo!!!

  

 

Outro assunto muito importante é essa reportagem sobre as mudanças no Superfund: https://insideclimatenews.org/news/28122020/superfund-biden-environmental-justice-climate-change/

 

Primeiro de tudo: leiam o artigo. É bastante longo, mas é algo muito importante pra gente entender um pouco de como funcionam as coisas nos EUA com o Superfund. Importante para entender também a participação muito ativa de muitas partes interessadas como a população e a sociedade civil, além dos entes governamentais, como a EPA. E muitas outras coisas que vou tentar comentar abaixo.

Sei que é difícil, um texto longo em inglês, etc. Então, para facilitar um pouco, fiz uma tradução, obviamente com a ajuda do Google, que facilita muito o entendimento. Juro que não descontextualizei o texto na tradução, leiam na íntegra, vale muito a pena: http://www.ecdambiental.com.br/2021/01/traducao-do-artigo-da-inside-climate.html

Pretendo comentar mais a fundo no Episódio #039 do Podcast, que irá ao ar no dia 21/01, mas já vou iniciar aqui na Newsletter, para incentivá-los a ler o artigo:

- O texto mostra claramente a influência política do (agora) ex-Presidente dos EUA na EPA e como isso contribuiu para a quase extinção do Programa Superfund;

- Mostra também as expectativas altas para a nova administração, que já deu vários sinais de fortalecimento da EPA e do Superfund;

- Podemos claramente ver a relação entre áreas contaminadas e mudanças climáticas. Muitas áreas contaminadas (grandes sites) ficam em áreas mais sujeitas a catástrofes ambientais locais decorrentes de mudanças climáticas (furacões, nevascas, inundações);

- Essas áreas são prioridade no Superfund, ou deveriam ser;

- As remediações nas chamadas áreas órfãs são financiadas pelo Superfund;

- Muitas entidades da sociedade civil se organizam para cobrar das autoridades as remediações de áreas contaminadas nas comunidades. São realmente muitas e muito influentes. Infelizmente, no Brasil, não há essa condição. Não vou dizer que não há essa consciência, pois a luta por comida, moradia, saúde, escola, antirracismo, e outras, acabam se sobrepondo à pauta ambiental, ainda mais de algo “invisível”, mas as organizações ambientalistas deveriam olhar mais para a questão das áreas contaminadas no Brasil e pressionar mais o poder público e as empresas para fazer o que deve ser feito;

- Existem 1570 sites no Superfund que precisam ser gerenciados;

- É muito importante o conceito de justiça ambiental que eles utilizam no texto. Comunidades localizadas no entorno dos sites do Superfund são desproporcionalmente comunidades de pessoas negras ou comunidades em desvantagem econômica, e essas comunidades também seriam mais vulneráveis;

- Para vocês terem ideia da “terra arrasada” promovida por Trump na EPA, o orçamento de US$ 9 bilhões da EPA em 2020 é menos da metade do que a agência gastou em 1980, ajustado pela inflação. A força de trabalho de 14.172 membros da agência está em seu nível mais baixo em 33 anos. Conseguem estabelecer algum paralelo com o Brasil?

- As pessoas que o Governo Trump colocou em postos-chave da EPA foram ex-lobistas das indústrias químicas e do petróleo e antigos famosos críticos da EPA;

- Scott Pruitt, primeiro “chefe” da EPA sob Trump estabeleceu critérios que favoreciam amplamente as indústrias que “colaboravam” com as remediações. Há suspeitas de favorecimento de empresas que atuavam na remediação, segundo os autores do artigo

 

Em resumo, um artigo realmente muito interessante que recomendo fortemente a todos os ambientalistas, particularmente os que trabalham com GAC

 

  

 

Vamos agora às notícias da semana. Não são muitas ainda, mas são importantes:


 

- Estão abertas as inscrições para o curso de Direito Ambiental para Técnicos, promovido pela parceria SENAC/AESAS. Informações e inscrições aqui: https://www.aesas.com.br/eventos   

 

- Uma notícia corriqueira nos meses de verão é algum desastre “ambiental” decorrente de fortes chuvas, como essa do link. As reflexões que devemos fazer são: qual o risco de se ocupar uma área com a declividade mostrada na imagem? Qual o agravamento desse risco ao se desmatar a encosta e o “topo do morro”? O que leva as pessoas a ocuparem uma área sabidamente de risco como essa? Esse risco é visualmente identificado, diferente, por exemplo, de uma área contaminada com intrusão de vapores. Por fim, qual o recorte da população sempre atingido por esse tipo de “desastre ambiental”? Esse é o conceito básico de injustiça ambiental, onde uma parte da população é atingida desproporcionalmente pelos problemas ambientais. https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2020/12/30/desabamento-embu-das-artes.htm

 

- Eu tenho feito muitas recomendações de leituras aqui e tenho explicitado alguns conceitos. Um dos que eu tenho discutido e criticado é a Sustentabilidade dentro da ótica econômica atual, contrapondo com Bem Viver, Decrescimento, Economia Donut, entre outros. Nesse sentido, gostaria de indicar um perfil no Linkedin muito interessante, de uma economista especialista em sustentabilidade, a Julianna. Acompanhem as postagens dela, considero muito interessantes:

https://www.linkedin.com/in/sustentabilidadecorporativa/?miniProfileUrn=urn%3Ali%3Afs_miniProfile%3AACoAAALPDLkB2sL3zbXUTOEMq8sjc1YME0LFne4

Nesse post, por exemplo, ela fala sobre o consumo ser o maior problema ambiental que impede a sustentabilidade, e estimular o consumo é, na essência, “anti-sustentável”: https://www.linkedin.com/posts/sustentabilidadecorporativa_muitas-empresas-est%C3%A3o-alavancando-sua-imagem-activity-6750142762269634560-qLVm/

Pergunto a vocês: o padrão econômico atual existe sem estimular o consumo?

Nesse outro post, ela fala sobre Green Wash, bem interessante também: https://www.linkedin.com/posts/sustentabilidadecorporativa_qual-a-sustentabilidade-da-sua-empresa-quando-activity-6752317022220140544-MUXE/

 

 

- O professor Francisco Rodrigues liberou no Youtube uma sequência muito legal de aulas de Probabilidades. Muito interessante para quem quer saber mais sobre o tema: https://www.youtube.com/watch?v=7aHjkGFtbnM&list=PLSc7xcwCGNh3Ls-WARhH54WwiqB91Kyak&ab_channel=FranciscoRodrigues

 

- Além disso, divulgou também uma aula magistral sobre teoria de decisão Bayesiana. Especialmente útil em tempos de experimentos de vacinas para Covid-19: https://www.youtube.com/watch?v=8zAKWEOdGsg&t=4s

 

- Dica muito boa de Marvin Unger, artigo do SERDP-ESTCP com o estado da arte no gerenciamento de áreas contaminadas por PFAS decorrentes de espumas de combate a incêndio : https://setac.onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1002/etc.4894

 

- Lilian Freitas dá uma dica de um vídeo muito legal sobre como e por quê ocorrem vazamentos de petróleo no mar em tão grande quantidade: https://www.linkedin.com/posts/lilian-freitas-b98aa1147_entenda-sobre-os-vazamentos-de-%C3%B3leo-ao-mar-activity-6751364046299119616-xIXQ/

 

- Ana Julia Lemes precisa da ajuda de quem trabalha com remediação para responder um form simples para o TCC dela (sim, é verdade!!!) sobre Atenuação Natural Monitorada (MNA). Vamos dar uma força?

https://www.linkedin.com/posts/ana-j%C3%BAlia-luz-giacometti-lemes-994827141_percep%C3%A7%C3%B5es-sobre-a-atenua%C3%A7%C3%A3o-natural-monitorada-activity-6753328792107790336-6Y4f/

 

- Dica do amigo e colaborador Leandro Freitas, um artigo em que ele é coautor, publicado no IV Workshop de Computação Urbana (CoUrb 2020), fala, entre outras coisas da aplicação de avanços computacionais no GAC. O título é "Desafios e oportunidades da aplicação de Sistemas Ciberfísicos no monitoramento da poluição urbana" e pode ser lido aqui: https://sol.sbc.org.br/index.php/courb/article/view/12369/12234

 

  

 

Obrigado pela leitura. No Canal do Youtube estamos com 571 inscritos, e crescendo!!!! No Telegram temos 213 inscritos e no Instagram já temos 428 Seguidores e aumentando(@ecdambiental). Espero que estejamos conseguindo ajudar bastante gente!!!!

 

Por hoje é isso. Aguardo os comentários, sugestões e críticas. Mais uma vez peço que acessem o https://apoia.se/ecdambiental para vocês conhecerem melhor a nossa campanha e, se puderem, contribuírem conosco. Se tiverem dúvida, estou à disposição.

 

 

Se alguém não quiser mais receber as minhas mensagens, é só responder esse e-mail com o texto REMOVER

 

 

Marcos Tanaka Riyis

ECD Ambiental

https://linktr.ee/ecdtraining

http://youtube.com/c/ecdtraining





Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Serviços da ECD

ECD Ambiental

Newsletter ECD #014